Mais de um século após sua primeira colaboração com a SKF, a diva de Hollywood Greta Garbo volta às telas através da inteligência artificial (IA) para a divulgação de uma nova tecnologia da empresa sueca de soluções industriais, que visa eliminar gastos energéticos por atrito. Com apoio da família, a SKF aproveitou o anúncio para trazer de volta às telas a atriz reconstruindo sua aparência e expressões.
Um vídeo dos bastidores mostra aos espectadores todo esse processo para “reviver” Greta, assim como reforça os desafios que as possibilidades da IA trazem consigo.
O retorno de Greta Garbo traz à tona um grande desafio: cerca de 20% da energia global é gasta apenas para superar o atrito. Embora a SKF possua a tecnologia ideal para eliminá-lo, o custo inicial elevado ainda desacelera sua implementação. Para contornar essa barreira e acelerar a adesão, a empresa decidiu resgatar um modelo de pagamento criado em 1919.
“Ao trazer a Greta de volta, esperamos chamar a atenção de mais pessoas para uma tecnologia sem atrito e energeticamente eficiente. Às vezes, precisamos olhar para trás para encontrar o melhor caminho a seguir”, afirma Per Nilsson, diretor global de Comunicação e Marca da SKF.
Nascida em Estocolmo, na Suécia, em 1905, Greta Lovisa Gustafsson foi descoberta como modelo ainda jovem por sua beleza. Após participações menores em filmes publicitários e como figurante, foi chamada para atuar no cinema pelo diretor finlandês Mauritz Stiller, que lhe deu o sobrenome artístico “Garbo”.
Em 1926, estreou no cinema estadunidense no filme Os Proscritos. Já no ano seguinte, sua carreira decolou ao atuar em A Carne e o Diabo. Posteriormente, estreou no cinema sonoro com o filme Anna Christie, o que lhe rendeu sua primeira de quatro indicações ao Oscar.
Greta atuou até 1941. Em 1955, a Academia reconheceu seu talento com um Oscar especial. Além disso, Greta conta com uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6901 Hollywood Boulevard. A atriz faleceu em 1990, aos 84 anos.
Vídeo de divulgação: link


