Durante anos, os executivos foram treinados para falar pela empresa, enquanto as próprias histórias permaneciam nos bastidores. Mas as redes sociais mudaram essa lógica.
Com o cenário atual, em que consumidores buscam cada vez mais proximidade e identificação, fundadores e CEOs passaram a ocupar o centro da conversa e suas imagens se tornaram parte da percepção das marcas que representam. O movimento ganhou força com a creator economy e transformou lideranças em verdadeiros influenciadores corporativos, capazes de gerar conexão, confiança e alcance.
Ao mesmo tempo, criou um novo desafio: até que ponto a exposição pode fazer sentido e até onde uma marca pode se beneficiar de uma personalidade sem se tornar dependente dela? Trajetórias como as de Alê Costa (Cacau Show), Karla Cimed, Caito Maia (Chilli Beans) e Bianca Andrade (Boca Rosa) revelam uma redefinição nos caminhos do branding.


