Fundador da OBSERVE® e profissional com 20 anos de atuação em branding, design e comunicação, Gustavo Arbulu participa na ESPM-SP, do Fest’UP, evento realizado pela APP Brasil, no dia 19 de setembro, com palestra inspiradora e bem-humorada para refletir sobre os aspectos que influenciam na construção de uma marca relevante em tempos onde tudo muda o tempo todo.
Há um processo de reinvenção da comunicação e não apenas porque surgem novas tecnologias ou formatos. Para Gustavo Arbulu, fundador da OBSERVE®, estúdio brasileiro de branding e design, as transformações colocam em discussão algo essencial: a capacidade de compreender contextos, questionar padrões e criar ideias que façam sentido para pessoas e negócios. É a partir dessa perspectiva que Arbulu participa do Fest’UP, evento de maior projeção dedicado às áreas da Comunicação, realizado pela APP Brasil, em 19 de setembro, na ESPM e Belas Artes, em São Paulo.
Grande defensor do poder da criatividade, nos últimos 20 anos Arbulu construiu uma trajetória ligada a projetos de branding, design e comunicação para marcas como COPAG, Porta dos Fundos, TAM, Rock in Rio, Natura e Casas Bahia, entre outras. À frente da OBSERVE®, fundada em 2022, ampliou essa experiência para uma atuação que apoia founders, c-levels e suas equipes na criação e transformação de marcas dispostas a desafiar a convenção de seus mercados e categorias.
O poder da imaginação e a coragem para fazer perguntas difíceis
É diante deste contexto que Arbulu pretende colocar em circulação no Fest’UP as grandes questões que permeiam os projetos que lidera junto a rede de profissionais da OBSERVE®.
Em sua palestra com o título “Ser humano: como o processo de reinvenção da comunicação coloca a criatividade humana como base”, “a proposta não é oferecer respostas prontas, mas provocar novas perguntas sobre o que permanece essencial quando ferramentas, plataformas e comportamentos mudam.” – comenta Arbulu.
A participação também marca um retorno de Gustavo Arbulu à ESPM, onde iniciou seus estudos na área de Comunicação. É justamente nesse ambiente de formação e troca que ele levará ao Fest’UP uma questão que interessa a toda a indústria: quando tudo ao redor da comunicação se transforma, qual o poder da capacidade humana de observar, interpretar e criar?