A Chiefs.Group, plataforma pioneira em Open Talent Economy no Brasil, anuncia a chegada de Natália Figliolia como nova Head de Growth. Executiva de growth e receita, e arquiteta de Go-to-Market, Natália assume a posição com o desafio de conectar mercado, receita e growth em um sistema integrado de crescimento, contribuindo para a construção e escala da categoria de Open Talent no Brasil. Essa abordagem está alinhada à sua trajetória profissional e à disciplina que desenvolveu ao longo da carreira.
A chegada acontece em um momento de expansão da própria discussão sobre o futuro do trabalho. Para a Chiefs.Group, o Open Talent deixa de ser apenas uma alternativa ao modelo tradicional de contratação e passa a integrar uma nova arquitetura organizacional, na qual empresas combinam talentos internos, especialistas sob demanda e, cada vez mais, agentes de inteligência artificial.
“Minha responsabilidade é arquitetar o go-to-market de uma categoria que ainda está sendo construída no Brasil, conectando mercado, receita e growth para transformar essa tese em uma categoria reconhecível, compreendida e escalável”, afirma Natália Figliolia, Head de Growth da Chiefs.Group.
A executiva explica que esse trabalho parte da clareza sobre qual problema a empresa resolve, para quem e por que o Open Talent responde a uma mudança estrutural no mundo do trabalho.
“Existe uma oportunidade enorme de educar o mercado sobre essa nova forma de acessar capacidades e senioridade. Não queremos apenas acompanhar essa transformação, queremos ajudar a defini-la”, complementa a executiva.
Experiência em growth, receita e Go-to-Market
Natália Figliolia atua há mais de 15 anos na interseção entre mercado, receita e crescimento, em contextos que incluem multinacionais, scale-ups e negócios construídos do zero, e é referência no mercado quando o assunto é Go-to-Market para startups e negócios de inovação. Ao longo da carreira, participou da arquitetura de mais de R$80 milhões em receita. Na Me Poupe!, liderou uma operação que gerou R$45 milhões em receita em seis meses; no Grupo IOB, trabalhou na integração entre portfólio, posicionamento, monetização e Go-to-Market em um contexto de SaaS pós-M&A. Já na Be Academy, participou da construção do negócio desde o início, que chegou a mais de 3 mil alunos e recebeu investimento do Grupo Ser Educacional.
A profissional também é fundadora da N Market, onde desenvolveu o Método R.O.T.A., voltado à arquitetura de mercado, receita e crescimento para startups early stage. É formada em Design de Produto pelo Instituto Mauá de Tecnologia, possui especializações em negócios, marketing e crescimento e formação internacional em Revenue Architecture pela Winning by Design. Também atua como mentora de negócios em iniciativas como FINEP, Sebrae, ABStartups e Rede Mulher Empreendedora.
Em apenas 40 dias na Chiefs.Group, Natália já esteve à frente do Open Talent Summit, principal evento da categoria no Brasil. Realizado sob o tema do futuro do trabalho e da convergência entre pessoas e agentes de inteligência artificial, o encontro reuniu mais de 130 líderes de Recursos Humanos de grandes empresas do país para discutir as transformações na forma como as organizações estruturam talentos, capacidades e trabalho.
A iniciativa, que foi uma das primeiras entregas da executiva à frente de growth, reforça uma frente central de sua atuação: transformar a discussão sobre Open Talent em uma agenda relevante para o mercado, conectando conteúdo, autoridade, relacionamento e construção de categoria.
Nova fase para o Open Talent
A contratação ocorre em uma fase em que a Chiefs.Group busca ampliar a escala do modelo que vem construindo no Brasil. A empresa conta atualmente com uma comunidade de mais de 2 mil executivos seniores selecionados, que podem atuar em projetos estratégicos, posições part time ou full time sob demanda e mentorias.
A empresa defende que o avanço do Open Talent está relacionado a uma mudança na própria maneira como as organizações planejam suas capacidades. Em vez de pensar apenas em quantidade de pessoas, áreas e custos fixos, a discussão passa a considerar quais competências o negócio precisa, em qual momento, com qual senioridade e por quanto tempo. Esse movimento também incorpora uma nova camada: a combinação entre talentos internos, talentos sob demanda e inteligência artificial.
“A chegada da Natália acontece em um momento em que o mercado está deixando de perguntar apenas ‘quantas pessoas eu preciso?’ e começando a perguntar ‘quais capacidades eu preciso ter, e com que velocidade?’. É uma mudança importante na arquitetura das empresas”, afirma Cristiane Mendes, fundadora e CEO da Chiefs.Group.
“O Open Talent já mostrou que existe uma demanda real por senioridade sob demanda. Agora, nosso desafio é ajudar o mercado a entender que isso não é uma exceção ao modelo tradicional de trabalho. É uma nova camada da organização, que pode conviver com o talento interno e, agora, também com os agentes de IA”, acrescenta Cristiane.
Um dos exemplos do trabalho realizado pela Chiefs.Group é para a escola digital Tera, que utilizou duas posições part time — Chief Marketing Officer (CMO) e Chief Business Development Officer (CBDO) — para reestruturar as áreas de Marketing e Vendas. Entre os resultados reportados estão aumento do pipeline, melhora das taxas de conversão e aumento do retorno sobre investimento em mídia e canais orgânicos.
Para Natália, é justamente a consolidação desses casos que abre espaço para uma nova etapa da categoria. “O mercado está passando de uma discussão sobre onde as pessoas trabalham para uma discussão muito mais ampla sobre como as empresas desenham suas capacidades e acessam conhecimento. A oportunidade agora é escalar essa categoria sem perder aquilo que torna o modelo relevante: senioridade, flexibilidade e impacto real no negócio”, afirma.
Com a nova liderança, a Chiefs.Group pretende avançar em três frentes: clareza de posicionamento, construção de demanda e desenvolvimento da categoria de Open Talent no Brasil. A estratégia inclui aproximar ainda mais a área de marketing das áreas de vendas e de receita, além de ampliar a produção de conteúdo e iniciativas voltadas à educação do mercado sobre novas formas de composição das equipes.
Para Natália, a oportunidade vai além de ocupar um mercado existente. “Existe uma diferença entre ocupar um mercado e ajudar a construir o mercado. É nessa segunda camada que quero atuar”, conclui.


