Chega ao mercado a NO.LAND, nova agência sob a liderança de Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do Brasil no The One Show 2026. A operação já estreia com projetos relevantes como o reposicionamento da Genera, marca do Grupo Dasa, e uma campanha para as organizações internacionais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.
Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 prêmios acumulados, incluindo Cannes Lions, Effie, Clio, D&AD e Clube de Criação, Sotero desenhou a NO.LAND ao constatar que, em um cenário em que hábitos de consumo e prioridades dos negócios mudam o tempo todo, fica cada vez mais difícil operar com estruturas rígidas e processos lentos. Para o anunciante, a consequência costuma ser uma operação cara e complexa, que nem sempre se traduz em resultado.
“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.
O modelo de operação foi desenhado em torno desse pensamento. O fundador atua diretamente nas contas e responde pelo padrão de qualidade do trabalho. Os clientes contam com um time sênior com experiência no seu setor e no que seus desafios pedem. É o que a NO.LAND chama de full specialist: em todas as frentes da agência, de estratégia e mídia a criação, conteúdo e produção, a liderança fica com especialistas capazes de fazer diferença no resultado das marcas.
A mesma lógica orienta o uso de tecnologia. A inteligência artificial tornou a produção mais rápida e acessível, e o volume de peças cresceu na mesma proporção. Craft e diferenciação seguiram na direção oposta: quanto mais fácil produzir, maior o risco de as marcas soarem iguais. Na NO.LAND, IA, dados e automação fazem parte de toda a operação, e o critério sobre o que essas ferramentas entregam é um dos diferenciais da agência.
“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. E ela faz parte do dia a dia da agência, do briefing à última entrega de produção. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, diz Sotero.
O nome sintetiza a premissa da operação. “LAND”, em inglês, denota território fixo, limites e fronteiras. A NO.LAND parte do princípio de que marcas e consumidores estão em constante movimento, e de que uma agência precisa ter fluidez para se adaptar. O conceito resume a proposta: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”


