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Artefact anuncia três sócios para acelerar crescimento na América Latina

A Artefact, empresa global de Data & AI, acaba de anunciar três novos sócios na América Latina: Giuliano Babbini, Fernando Spinelli e Daniel Alves. Os executivos chegam em um momento de expansão acelerada da empresa na região para reforçar as frentes de supply chain, transformação orientada a dados e arquitetura técnica de IA.

Babbini assumiu neste ano a liderança de supply chain na América Latina. Antes de ingressar na Artefact, foi sócio na Deloitte e passou 17 anos na Accenture, onde iniciou como estagiário e alcançou o posto de Managing Director, com passagens por setores de bens de consumo, agronegócio, varejo e farmacêutica.

“Supply chain é complexo, dinâmico e cheio de decisões, por isso é um ambiente fértil para IA agêntica”, afirma Babbini. “Cada vez que a empresa compra, produz, armazena e entrega, está gerando dados primários que podem ser alavancados, transformando a cadeia de reativa em preditiva, conectada e resiliente”, explica.

Spinelli chegou em 2026 para liderar as frentes de desenvolvimento comercial e transformação orientada a dados para grandes companhias latino-americanas e multinacionais. A trajetória do executivo combina consultoria estratégica, atuação executiva em varejo e experiência como Chief Data Officer. Passou por Bain & Company, Grupo Casas Bahia (Via Varejo) e RD Saúde, onde acumulou os papéis de diretor de RD Ventures e Relações com Investidores antes de assumir a cadeira de CDO, posição em que definiu e implementou a estratégia de inteligência artificial
da companhia.

“Atuei nos dois lados dessa agenda ao longo da carreira, na formulação de estratégia como consultor e na execução como CDO”, diz Spinelli. “IA agêntica é o próximo passo natural dessa jornada, uma mudança que vai redesenhar a forma como as organizações operam. Integro a Artefact por reconhecer nela a combinação de profundidade em dados e IA e visão de negócio necessária para transformar esse movimento em resultado mensurável para os clientes”, diz.

Alves traz um perfil técnico, com 14 anos de atuação em dados e IA, incluindo ampla experiência em IA generativa, machine learning, estatística e engenharia. Fez parte da liderança técnica da América Latina na McKinsey por mais de quatro anos , com passagens também por PicPay e Infosys. É PhD em física teórica, com período de pesquisa na Universidade da Califórnia.

“A próxima geração de IA não será definida por modelos maiores, e sim pela qualidade do contexto que conseguimos entregar a eles”, avalia Alves. “Um agente só é útil quando conhece o histórico e as regras do negócio em tempo real. Por isso, o trabalho de IA hoje é, antes de tudo, um trabalho de arquitetura: orquestrar dados, sistemas e decisões para que a inteligência tenha onde se apoiar”.

As três contratações acompanham o ritmo de crescimento da Artefact no Brasil, que mais que quadruplicou a operação local nos últimos quatro anos: saltou de 70 para mais de 300 profissionais, e projeta R$500 milhões em receita na América Latina até 2030, região que já representa a segunda maior operação global da companhia.

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