A Colony anuncia a chegada do UNICEF ao seu portfólio de clientes. A agência soma esforços para o desenvolvimento de estratégias de comunicação e relacionamento voltadas ao engajamento de apoiadores, à fidelização de doadores recorrentes, além da conscientização sobre a importância das doações de legado e herança solidária.
O trabalho reúne diferentes formatos e pontos de contato, combinando estratégia, criação e conteúdo em ações de relacionamento e captação de recursos. O escopo inclui malas diretas, campanhas de comunicação e experiências presenciais que aproximam os doadores da atuação e do impacto gerado pelo UNICEF.
Entre as primeiras entregas da parceria está o apoio na criação do encontro Kodomo no Mirai – O Futuro das Crianças, realizado na Japan House (SP) para promover o diálogo sobre o legado solidário de Michiko Hashimoto, doadora que incluiu o UNICEF em seu planejamento sucessório. A iniciativa incluiu a instalação Céu de Memórias, uma experiência inspirada nos conceitos japoneses de Kansha — a gratidão pelo que recebemos — e On-okuri — o gesto de fazer esse bem seguir adiante. A partir desses princípios, histórias reais de crianças e famílias acompanhadas pelo UNICEF foram transformadas em uma instalação imersiva, aproximando os participantes do impacto concreto de suas contribuições. Ao final do percurso, cada pessoa podia escolher uma dessas histórias para levar consigo e deixar uma mensagem para as próximas gerações, tornando o conceito de legado uma experiência concreta e pessoal.
A estratégia também contempla uma comunicação contínua com a base de apoiadores, compartilhando histórias, desafios e resultados do trabalho do UNICEF. Nesse contexto, as malas diretas integram a jornada de relacionamento como ferramenta de mobilização e captação de recursos.
Para Ricardo Rimoli, diretor de criação da Colony, que atua há cerca de dez anos em campanhas de captação de recursos para organizações como Comitê Internacional da Cruz Vermelha, ActionAid e Médecins Sans Frontières, a comunicação tem papel fundamental na construção da relação entre organizações e seus apoiadores.
“O doador está cada vez mais criterioso e atento à credibilidade das instituições. Por isso, nosso trabalho é construir uma comunicação que mostre de forma clara o impacto gerado, mas que também crie vínculo. Seja em uma mala direta, em uma experiência presencial ou em outros pontos de contato, buscamos transformar informação em conexão e conexão em mobilização”, diz Rimoli.