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CDN Comunicação anuncia nova fase independente

 A CDN Comunicação, uma das principais agências de relações públicas e gestão de reputação do Brasil, volta a ser uma empresa brasileira independente, com um novo grupo de acionistas locais liderado por seu CEO, Fabio Santos, marcando um novo capítulo em seus 39 anos de história. A NOVA, uma das maiores agências de publicidade 100% brasileiras do país, passa a integrar esse grupo de acionistas. O movimento permitirá que as duas empresas explorem sinergias e ampliem sua capacidade de oferecer soluções integradas e multidisciplinares aos clientes.
A nova estrutura marca o início de uma fase voltada para maior agilidade operacional, proximidade com os clientes e aceleração dos investimentos em inovação e tecnologia. “Com mais velocidade e autonomia, ampliamos nossa competitividade e criamos espaço para desenvolver soluções baseadas em dados e inteligência artificial, sob medida para nossos clientes”, afirma Fabio Santos.
A CDN fez parte da rede global da Omnicom por dez anos, período que contribuiu para o desenvolvimento de seus processos, capacidades e padrões de governança. “Fazer parte de um grupo global foi fundamental para a evolução da CDN”, acrescenta Fabio Santos.
Com sua nova estrutura, a CDN reforça seu posicionamento como consultoria estratégica de comunicação, combinando inteligência de dados e criatividade para apoiar empresas, instituições e organizações do setor público. A agência continuará atendendo sua atual carteira de clientes e ampliará sua atuação em projetos que exigem uma abordagem integrada de reputação, conteúdo e relacionamento com stakeholders. “Estamos estruturados para competir em um novo patamar”, conclui o CEO da CDN.
A transação ainda está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e ao cumprimento das condições usuais para conclusão da operação. Até lá, as empresas continuarão operando de forma independente.
Nota: O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) é a autoridade brasileira responsável pela defesa da concorrência. Cabe ao órgão analisar operações societárias que possam afetar a competição no mercado brasileiro.
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