Glauber Pereira, Guilherme Bragança, Zeca Brito, Maria Luiza Pêgas e Jeferson Wainer – crédito Isidoro B. Guggiana – crédito: Isidoro B. Guggiana
Foram anunciados na quarta (17), os filmes concorrentes ao 17º Festival Internacional de Cinema da Fronteira – Prêmio São Sebastião/Assembleia Legislativa. A cerimônia aconteceu em Porto Alegre, no Salão Júlio de Castilhos, no Palácio Farroupilha, com a presença de autoridades, imprensa e realizadores. O festival será realizado em Bagé e Sant’Ana do Livramento de 28 de abril e 2 de maio de 2026, junto com o laboratório de projetos Sur Frontera WIP LAB. Todas as atrações são gratuitas.
Pela primeira vez, o Festival da Fronteira contará com a parceria da Assembleia Legislativa na premiação das produções audiovisuais. Serão concedidos aos realizadores um total de R$ 15 mil, sendo R$ 10 mil ao melhor longa-metragem e R$ 2,5 mil ao melhor curta-metragem e ao melhor curta de animação. A seleção reúne 30 títulos de 18 países, divididos por igual em longas-metragens, curtas e curtas de animação. Dos longas, oito deles são dirigidos por realizadoras ibero-americanas.
“Em 2026 o Festival da Fronteira atinge sua maturidade estética, consolidando-se como porta de entrada no Brasil do cinema de qualidade realizado no Mercosul”, acredita Zeca Brito, secretário municipal de Cultura de Bagé. “É um espaço de intercâmbio cultural e diálogo, entregando aquilo que se espera de um festival internacional de excelência”, complementa. Este ano, o evento recebeu mais de 3,2 mil inscrições de 120 países, sendo mais de 470 longas-metragens.
“Para nós da Assembleia é uma alegria imensa poder fazer parte do Festival da Fronteira e poder trabalhar a municipalidade, descentralizando eventos culturais para o interior do estado”, aponta Sergio Peres, presidente da Assembleia Legislativa gaúcha. “É de grande importância desenvolver a cultura, novos talentos e promover a economia também na região”, conclui. Ele lembrou que morou em Bagé por quatro anos e classificou a Campanha Gaúcha como muito acolhedora.
A curadoria de longas é assinada por Fatimarlei Lunardelli, Jonas Chadarevian e Roger Lerina, enquanto a de curtas é de José Eduardo Camargo, Marizele Garcia, Frederico Ruas e João Werlang. Em paralelo ao Festival da Fronteira acontece também o V Sur Frontera WIP LAB. Voltado para profissionais do audiovisual, a atração inclui laboratório de filmes em fase de projeto e work in progress com tutorias e atividades de capacitação.
O XVII Festival Internacional de Cinema da Fronteira é uma realização da Associação Pró Santa Thereza, Prefeitura Municipal de Bagé, através da Secretaria Municipal de Cultura, e Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. A produção é da Maristela Ribeiro Produções. O evento tem apoio da ACCIRS – Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, Centro Universitário da Região da Campanha (Urcamp), institucional do Instituto Estadual de Cinema (Iecine-RS); Instituto Federal Sul Rio-grandense (IFSul) e Universidade Federal do Pampa (Unipampa).
XVII Festival Internacional de Cinema da Fronteira
De 29 de abril e 2 de maio de 2026
Site: festivaldafronteira.com.br
Instagram: @festivaldafronteira
Filmes selecionados
Competitiva Internacional de Longas-Metragens
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“Aqui Não Entra Luz”, de Karol Maia (Documentário, Brasil)
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“Ángeles”, de Paula Markovitch (Ficção, México/Argentina)
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“Cartas Para…”, de Vânia Lima (Documentário, Brasil)
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“Cielo” de Alberto Sciamma (Ficção, Bolívia)
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“Duas Vezes João Liberada”, de Paula Tomás Marques (Ficção, Portugal)
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“Futuro Futuro”, de Davi Pretto (Ficção, Brasil)
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“Nada a Fazer”, de Leandra Leal (Documentário, Brasil)
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“Nuestra Tierra”, de Lucrecia Martel (Documentário, Argentina)
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“Un Futuro Brillante”, de Lucía Garibaldi (Ficção, Uruguai)
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“Quemadura China”, de Verónica Perrotta (Ficção, Uruguai)
Competitiva Internacional de Curtas-Metragens
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“A Biblioteca de Jorge Furtado”, de Glênio Póvoas e Luiz Alberto Cassol (Brasil)
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“Cabeça, Ombro, Joelho e Pé”, de Van Van (Brasil)
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“Coisas que Meu Pai me Deu”, de David Selva, Victor Oliver e Yifan Wen (Brasil/Costa Rica/Portugal)
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“Do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto”, de Weyna Macedo, Lucas Parente, Adeciany Castro e Mariana Smith (Brasil)
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“Entrevista com Fantasmas”, de Lincoln Péricles (Brasil)
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“Filme Pin”, de María Rojas Arias e Andrés Jurado (Colômbia/Portugal)
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“Nuestra Sombra”, de Agustina Sánchez Gavier (Argentina)
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“Pasta Negra”, de Jorge Thielen Armand (Canadá/Colômbia/Itália/Venezuela)
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“Pedra-mar”, de Janaína Lacerda (Brasil)
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“Te Extraño Perdularia”, de Manu Zilveti (Cuba)
Competitiva Internacional de Curtas de Animação
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“After Me, The Flood”, de Max Shoham (Canadá)
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“A Menina e o Pote”, de Valentina Homem e Tati Bond (Brasil)
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“Apocalypsis”, de Nicolás Sanabria, Emmanuel Alcalá e Andrés Llanezas (Argentina)
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“Duwid Tuminikiz – Makunaima é Duwid?”, de Gustavo Caboco Wapixana, Brasil)
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“Marimbã está Acontecendo”, de Maryn Marynho (Brasil)
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“Sheep—Wolf”, de Polina Safina (Rússia)
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“Shelter”, de Chiara Vincenti Zakhia (Itália/Líbano)
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“Socially approved positions of bodies in space”, de Lera Oleynikova (Rússia)
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“The entrance lies there”, de Haoyu Chen (China)
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“Um corpo sem cavalo?”, de Lara Fuke (Bélgica/Brasil/Finlândia/Portugal)
