Não é novidade que os anunciantes montam estruturas internas para desenvolver serviços antes confiados às suas agências de propaganda.
O fenômeno ganhou musculatura há cerca de três anos, como atestam pesquisas da WFA e da ANA, e causou apreensão no setor. A chegada da IA também contribuiu para o crescimento dessa tendência.
Porém, lideranças do mercado observam que hoje as escolhas para abertura de hubs in-house se concentram mais em tecnologia, dados e inteligência de negócios, por exemplo. A ideia criativa permanece como principal asset das agências na gestão de marcas.
Alguns clientes, como destaca Alessandra Visintainer, managing director da GUT, estão inclusive invertendo a rota e voltando a centralizar suas operações nas agências.
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