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Hub Studios chega ao mercado com 8 labels

A Hub Studios reúne oito labels autorais de pós-produção em um ecossistema que conecta trajetórias consolidadas no Brasil e no mercado internacional. A novidade está na união: empresas com identidade, talentos e repertório próprios passam a atuar juntas, ampliando as possibilidades criativas para agências, produtoras e marcas.

“Hoje boa parte do que uma marca comunica é construída em pós. Poder participar do processo criativo junto com diretores e realizadores traz um ganho enorme para o resultado final e libera essa etapa para focar no craft”, afirma Matheus Akkari, CEO da Hub Studios.

O modelo nasce de uma questão recorrente entre operações independentes de pós: como ganhar escala sem transformar talentos criativos em gestores de estruturas cada vez mais complexas.

“A HUB Studios chega à Voodoo para desburocratizar o processo com o cliente. Com um atendimento impecável e uma estrutura sólida, a HUB agrega valor, liberando meu tempo para a parte criativa e para o cuidado com as entregas dos projetos”, diz Jota, da Voodoo.

Cada label preserva sua assinatura e a relação direta com os clientes, com o respaldo tecnológico e operacional da Hub. Para quem cria e produz, isso significa acesso a diferentes especialidades, proximidade com os artistas e estrutura para realizar projetos de maior escala e complexidade.

“Entrar para a Hub Studios faz sentido porque encontramos uma estrutura que entende a complexidade da pós-produção. Nascida no Brasil, a Stratostorm expandiu sua atuação internacional e hoje conecta Itália, Los Angeles e São Paulo. Estamos animados em unir essa experiência ao ecossistema da Hub e voltar a olhar de perto para o mercado brasileiro”, afirma Helena Hilario, sócia da Stratostorm.

“Para quem trabalha com a Silo, a nossa assinatura e a relação próxima continuam. Essa união amplia o que podemos realizar, com acesso a outras especialidades e uma estrutura que acompanha a ambição criativa de cada projeto”, afirma Rodrigo Sobreiro, sócio da Silo.

Para Akkari, preservar essa autonomia é justamente o princípio central do modelo.

“Não estamos criando mais uma holding para consolidar números no papel. Queremos construir a pós-produção dos próximos anos: escala sem engolir identidade, tecnologia sem transformar criatividade em commodity, e crescimento sem que o talento perca sua assinatura”, conclui Akkari.

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