Digital Favela conecta 120 anunciantes a 3 mil influenciadores

A Digital Favela, única empresa a transformar moradores de favelas de todo o Brasil em influenciadores digitais, potencializando suas conexões com as marcas, apresenta o balanço de seu primeiro ano completo de atuação. A operação chega ao fim de 2021  com mais de 120 anunciantes utilizando sua plataforma de mídia, com mais de 3 mil influenciadores, majoritariamente micros e nanos, dando visibilidade e credibilidade às suas campanhas de forma autêntica e legítima – recebendo, em troca, remuneração que por muitas vezes os permitem realizar verdadeiras mudanças as suas vidas e de suas famílias.

“Há mais de 14 milhões de moradores de favelas em todo o Brasil, muitos em situação de extrema vulnerabilidade”, enfatiza Celso Athayde, cofundador da DF ao lado de Guilherme Pierri. “Com os cachês recebidos por cada campanha, muitos dos nossos influenciadores compram itens básicos do lar, como uma cama ou uma geladeira, o que confirma o poder de transformação e inclusão da Digital Favela”, revela.

Com o apoio da CUFA (Central Única das Favelas), parceira social da companhia, a DF resolve um dos principais desafios deste novo segmento de marketing de influência: encontrar as pessoas mais adequadas para cada marca. São mais 3 mil favelas mapeadas em todo o Brasil e um ativo de 6,5 mil influenciadores cadastrados, que falam diariamente sobre finanças, educação, beleza, saúde, tecnologia, viagens, bem estar e outras dezenas de temas para seus milhares de seguidores.

Há pouco mais de 3 meses, a DF também lançou sua área proprietária de conteúdo, a CRIA D.FAVELA, um hub especializado em produção e cocriação que utiliza mentes brilhantes de dentro das próprias comunidades para que o parceiro anunciante possa realizar projetos especiais exclusivos, como podcasts e vídeos institucionais, com uma força de trabalho da própria favela – incluindo produtores, roteiristas, fotógrafos e redatores. O podcast inédito do rapper Dexter, multiartista da cena hip-hop, ator e ativista, foi o primeiro projeto realizada pela CRIA e traz um formato inédito para as plataformas de streaming.

Do ponto de vista de estrutura, a Digital Favela já conta, hoje, com 22 funcionários diretos, além outros 27 indiretos, presentes dentro das principais favelas do Brasil. São pessoas que fazem a interlocução direta entre anunciantes e influenciadores, facilitando a penetração de ativações e comunicações regionais nos territórios.

Os planos para 2022 são grandiosos. Além de mirar sua internacionalização, a DF irá possibilitar ações de experiências de marca dentro das maiores favelas do País. “Percebemos que nossos anunciantes sempre tiveram imensa dificuldade de penetrar no território das favelas. Agora, porém, além de campanhas feitas pelos próprios moradores, as empresas poderão fazer verdadeiras imersões nas comunidades, inclusive com bases de experimentação de produtos”, adianta Guilherme Pierri.