Nextel coloca em debate rótulos de profissões e imposições sociais

Nextel estreou, esta semana, a nova fase da campanha “Rótulos”. Pontos de ônibus, relógios de rua e elemídias em prédios empresariais da cidade ganharão anúncios com os rótulos mais comentados de diversas profissões como, por exemplo, “economista é tudo almofadinha” e “publicitário é tudo estrelinha”. Além destes, julgamentos frequentemente ouvidos por engenheiros, skatistas, blogueiros, administradores e profissionais de outras áreas serão contemplados na campanha.

Outros temas também irão reacender a discussão sobre rótulos nas ruas da cidade. Algumas velhas imposições sociais entram na roda: “Gordo tem que ser engraçado”, “Toda mulher dirige mal”; “Homem é tudo machista”, “Futebol não é coisa de menina”.

A campanha, criada pela LDC, também abordará os frequentadores de academia. Alguns estabelecimentos de São Paulo irão expor alguns dos rótulos que os alunos e professores estão cansados de ter que lidar. “Quem vive na academia é fútil”, “Crossfit é pura modinha”; “Personal trainer é tudo galinha”, entre outros.

“Queremos aprofundar essa reflexão sobre como rótulos não refletem a realidade. Pessoas, marcas e lugares têm muito mais a oferecer do que aquilo que possam aparentar à primeira vista. É preciso se propor a conhecer antes de fazer um julgamento”, afirma Eduardo Aspesi, vice-presidente de Negócios da Nextel.

A temática “Rótulos” serve para fazer um paralelo com a realidade da empresa, já que, mesmo apontada como uma das operadoras com melhor relação custo-benefício no uso da internet móvel, a Nextel ainda é conhecida por ser fornecedora apenas de serviço de rádio.