A N Sports / NWB, ecossistema multiplataforma de mídia esportiva, reforça seu time de liderança com a chegada de Ciro Hashimoto, que assume a posição de Chief Revenue Officer (CRO). Com mais de 20 anos de trajetória profissional e uma carreira marcada por “cases” relevantes, o executivo chega para contribuir com o momento de expansão do grupo e fortalecer sua atuação comercial.
O movimento acontece após a primeira experiência do grupo como emissora oficial da Copa do Mundo, uma operação bem-sucedida que contou com a parceria de diversos patrocinadores e ampliou sua presença no mercado, reforçando o posicionamento multigeracional e colaborativo da N Sports / NWB na informação e no entretenimento esportivo.
Com experiências em grandes empresas como Globo, Mercado Livre e Abril, onde capitaneou projetos que mesclam operações comerciais complexas, estratégias de go-to-market, expansão para novos negócios e rentabilização digital, Ciro Hashimoto encara a missão de acelerar o faturamento e ampliar as possibilidades comerciais do ecossistema da N Sports / NWB, no qual também opera parceria com a agência de marketing Nose (renomada no nicho de “creator economy’).
Em sua avaliação inicial, a N Sports e a NWB têm uma combinação “sui generis” de ativos: transmissão esportiva, conteúdo diversificado, “creators”, comunidades, propriedades intelectuais, eventos e distribuição multiplataforma. O desafio é transformar esses ativos em soluções impactantes para anunciantes e parceiros.
“Quero trazer uma visão sintonizada com as expectativas do mercado, das agências e, sobretudo, com os desafios de negócio dos clientes. Vamos além da comercialização de mídia e patrocínios, nossa ambição é construir projetos que conectem marcas às diferentes comunidades do esporte, com relevância, mensurabilidade e impacto real para os negócios. Também vejo oportunidades para estruturar novas verticais de receita, fortalecer as atuais e integrar ainda mais a atuação comercial de N Sports, NWB, Nose e demais propriedades do grupo”, destaca.
Para o executivo, a transformação do setor de mídia ampliou o papel do esporte, que deixou de ser apenas uma propriedade para se tornar uma plataforma permanente de relacionamento. “O fã de esporte não está mais apenas diante da transmissão. Ele acompanha creators, cortes, bastidores, debates e diferentes formatos, muitas vezes em telas simultâneas. A Copa do Mundo mostrou a força desse ecossistema e colocou a N Sports no centro de um dos maiores eventos esportivos do planeta. Agora, o desafio é transformar essa força em uma plataforma de negócios permanente, capaz de acompanhar essa jornada e gerar valor para marcas e comunidades”, avalia.