A MAAR, produtora focada em branding e tecnologia, anuncia a chegada da dupla de diretores MAGU, formada por Marina Abranches e Gustavo Martins. O movimento marca o primeiro grande anúncio após a recente reestruturação estratégica da empresa, que atualizou seu modelo de produção para atender à crescente demanda do mercado por escala, mantendo rigor estético e consistência de marca.
A dupla apresentou recentemente seu trabalho em uma palestra exclusiva realizada na Landscape, no último dia 8, na qual explorou o tema da “percepção do real” na Inteligência Artificial, a partir de obras autorais como The Giant Search e The Dream Station. Durante o encontro, os diretores abordaram como elementos como movimento, escala e performance podem deslocar o real do campo do “possível” para o do “percebido”, ampliando o potencial narrativo da IA.
De acordo com Guilherme Natorf, COO da MAAR, a chegada da dupla fortalece o pilar de Production e reforça a capacidade da empresa de operar em escala sem perder rigor criativo. “O mercado já está saturado de filmes feitos com IA que se parecem iguais. A MAGU traz uma assinatura autoral que recoloca intenção e direção no centro do processo. Para nós, o diferencial está em estruturar isso como sistema, com o diretor integrado desde o início, garantindo consistência de linguagem e rigor de execução mesmo quando a produção ganha escala”, afirma
Tiago Marcondes, CCO da MAAR, reforça que a representação de diretores especializados transforma o branding em “marca viva”. De acordo com Marcondes, o diferencial da dupla está na capacidade de transitar entre o tecnológico e o cinematográfico: “Eles trazem um domínio raro de cinematografia aplicado a atores virtuais, permitindo sair do ‘uncanny valley’ e entrar em território autoral. A IA sozinha já não impressiona, o que diferencia é quem sabe dirigir essa tecnologia com linguagem”, complementa.
Com a nova estrutura, a MAAR se organiza para oferecer ao mercado uma solução integrada que une direção, visão criativa, branding e processo, posicionando-se como uma produtora que utiliza a inteligência artificial para expandir possibilidades criativas, mantendo o craft cinematográfico como o centro de sua entrega.
