A Café Royal, produtora que está completando 7 anos de atuação no mercado, anuncia a chegada de Felipe Adami (Damasco, Sentimental), profissional com mais de dez anos de experiência no audiovisual e conhecido por trabalhos que unem direção de atores, humor e linguagem cinematográfica em
campanhas para marcas como Burger King, McDonald’s, Itaú, Nubank e Subway. A contratação marca um novo momento de expansão da produtora e reforça seu investimento em talentos com forte assinatura criativa.
A versatilidade é uma das principais características do trabalho do Adami, que já dirigiu nomes como Paolla Oliveira, Débora Bloch, Sabrina Sato, Luciano Huck, Angélica e Tânia Maria, conciliando o cuidado criativo e a identidade das marcas a diferentes estéticas visuais. Para aprimorar seu trabalho com atores, dedicou-se ao estudo de teatro por três anos, e, antes de assumir projetos autorais e publicitários. Campanhas marcantes em sua trajetória incluem os projetos para o Burger King
com os lutadores Popó e Wanderlei Silva; a peça para o Subway com Débora Bloch; e, mais recentemente, a campanha da GAC Motors com Paolla Oliveira, que expandiu seu portfólio para o setor automobilístico.
“Estamos sempre em busca de diretores que tragam novos olhares para a produtora. O Felipe une uma direção de atores apurada à versatilidade de transitar entre cinema, publicidade e teatro. É esse tipo de talento que queremos na Café Royal para seguir criando projetos relevantes.”, conta Fernanda Germek, produtora executiva da Café Royal.
Além da publicidade, Adami desenvolve projetos de drama e terror psicológico. Dirigiu os curtas “Noite Fria”, “Corpo Seco” e “Eulália”, selecionados para mais de 30 festivais nacionais e internacionais, além da série de terror “Terrores Urbanos”. Atualmente, prepara seu primeiro longa, “Depois da Água”, estrelado por Paolla Oliveira e Caroline Abras.
“A publicidade influencia diretamente a maneira como realizo cinema. Em filmes de 20 ou 30 segundos, precisamos resolver narrativa, emoção e intenção com precisão. Esse exercício me torna mais objetivo e ágil quando vou para a ficção, sem perder a força dramática das histórias”, afirma Adami.