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Sementeira nasce como estúdio criativo da Café Royal

Idealizada por Julia Pasmanik, Julio Hey e Manu Gambagorte, o estúdio une estratégia criativa, profundidade cultural e execução audiovisual de alto nível em projetos de branded content sobre cultura, clima e transformação socioambiental

A Sementeira, novo estúdio criativo da Café Royal, chega ao mercado com um diferencial claro: a combinação entre repertório cultural genuíno, rede viva de especialistas em territórios brasileiros e capacidade de execução audiovisual consagrada. A iniciativa é liderada por Julia Pasmanik, Manu Gambagorte e Julio Hey, um trio com trajetórias complementares que cobrem pesquisa e narrativa, estratégia criativa internacional e cinema de impacto.

O estúdio se posiciona como parceiro estratégico de marcas, institutos e organizações que desejam transformar ideias em conteúdos e experiências com profundidade real; séries, documentários, trilhas formativas, campanhas, plataformas educativas, experiências imersivas e projetos sob demanda.

“A Sementeira nasce para fazer o que poucas estruturas criativas do mercado conseguem: unir profundidade cultural, estratégia de comunicação e execução audiovisual em projetos que geram impacto real — para marcas que querem falar de verdade com o novo tempo”, afirma Julio Hey.

Partindo de outra premissa, o estúdio entende que já existe um novo mundo em curso, atravessado por outras sensibilidades, linguagens, urgências e formas de pertencimento. Seu trabalho é traduzi-lo com inteligência criativa e responsabilidade cultural. Para isso, articula uma rede diversa de pesquisadores, lideranças indígenas e quilombolas, antropólogos, cientistas, artistas, educadores, comunicadores e especialistas em agroecologia, cosmovisões indígenas, justiça climática, alimentação, bem-viver, cultura brasileira e ativismo. A cada projeto, propõe formar a equipe ideal a partir dessa rede.

“Existe uma oportunidade real de contar histórias com responsabilidade e profundidade, gerando, a partir da comunicação, impacto positivo no mundo contemporâneo.A Sementeira chega com potência a esse lugar tão importante para nós aqui na Café Royal. Estamos animados com essa parceria”, conta Moa Ramalho, CEO da produtora.

Entre os projetos que consolidam o repertório do trio está a Universidade da Floresta, plataforma editorial construída de forma coletiva por mais de 50 pessoas e gerida pelo trio, lançada no Instagram em janeiro de 2025. Em pouco mais de um ano, a plataforma construiu uma comunidade de mais de 46 mil seguidores altamente engajados, com entre 1,1 e 2 milhões de visualizações mensais, crescimento 100% orgânico, sem mídia paga.

O projeto provou que é possível construir audiência real em formato dinâmico típico de midias sociais em torno de temas complexos: ecologia, ancestralidade, cosmovisões indígenas, desde que a linguagem seja certa. Esse é exatamente o know-how que a Sementeira leva para o mercado.

Manu Gambagorte é estrategista criativa com trajetória internacional em Google, Spotify e Meta. Na Meta, liderou iniciativas globais de impacto social e comunicação para organizações como Unicef e WWF, com campanhas reconhecidas em Cannes Lions, Webby Awards e Effie.

Julia Pasmanik é pesquisadora, roteirista e diretora criativa. Esteve à frente da construção conceitual, narrativa e editorial da Universidade da Floresta, além de assinar pesquisa, roteiro e direção de séries e documentários sobre arte, ecologia, memória e educação.

Julio Hey é cineasta e produtor, cofundador da Café Royal. Dirigiu os longas Amor Radical, Samadhi Road e Do Amor Ninguém Foge, e liderou projetos audiovisuais com foco em transformação humana e não violência.

“Existe uma geração de organizações percebendo que não basta apenas comunicar causas, é preciso desenvolver relações e soluções mais verdadeiras com o mundo contemporâneo. A Sementeira nasce desse encontro entre estratégia, criatividade e profundidade, e de uma rede capaz de transformar a complexidade social, cultural e ambiental em conteúdos simples, didáticos e de alto engajamento, considerando um público acostumado ao ritmo das redes sociais”, afirma Manu Gambagorte.

“Cultura é aquilo que se cultiva. Aquilo que a gente planta, rega e brota. As histórias que circulam ajudam a definir o que é valorizado e o que é sonhado. A Sementeira vem desse desejo de cultivar ideias que reconectem a gente ao que é realmente fundamental”, completa Julia Pasmanik.

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