InícioDança das cadeirasLADYBIRD celebra sete anos e anuncia novos diretores

LADYBIRD celebra sete anos e anuncia novos diretores

Lua Voigt, Liz Dorea, Gabi Brites, Rodrigo de Paula e Sarah Martins

A LADYBIRD completa sete anos com um time de direção maior e ampliação do seu território de atuação. Chegam Lua Voigt, Liz Dorea, SARÇA (Rodrigo de Paula e Sarah Martins) e OG, com linguagens, gerações e repertórios distintos. Os novos nomes se somam a um time de direção que já conta com Rafaela Pinah e João Wainer.

A chegada dos novos diretores amplia a diversidade de olhares, repertórios e possibilidades criativas da empresa, indo além da proposta de a ideia de um roster tradicional ao aproximar pessoas que criam de formas diferentes.

Na LADYBIRD, os diretores transitam por roteiro, fotografia, direção de arte, pesquisa, conceito e desenvolvimento. A direção é uma das partes do processo, não necessariamente seu ponto de partida.

“Eu gosto da fricção e gosto de pensar a LADYBIRD como uma empresa incapturável. O que me interessa é ter uma mesa variada, com pessoas muito distintas e muitos pontos de vista sobre a mesma coisa. Essa mistura sempre foi uma das grandes potências narrativas e estéticas da LADYBIRD. Não buscamos uma linguagem única. Aproximamos repertórios diferentes para descobrir o que nasce desse encontro. É aí que as coisas ficam interessantes”, diz Gabi Brites, fundadora da LADYBIRD.

Essa inquietação também ajuda a explicar o movimento da empresa para além da publicidade. A LADYBIRD desenvolve projetos proprietários para marcas e cria séries, documentários, podcasts, formatos e projetos de entretenimento que podem nascer de uma ideia e encontrar diferentes maneiras de existir. Para Gabi, esse movimento é também consequência de uma transformação mais ampla do mercado, em que as antigas fronteiras entre quem cria e quem produz estão cada vez menos claras.

“O mercado vive uma transformação profunda. As formas de criar e produzir estão cada vez mais misturadas, e isso é muito inteligente. Agências, marcas, produtoras e creators se encontram em diferentes momentos de uma mesma ideia. Nesse cenário cada um contribui com seu olhar, repertório e experiência. Uma boa ideia pode nascer em qualquer lugar e crescer a partir desses encontros. Pluralidade é justamente isso: somar talentos e criar coisas que talvez ninguém imaginasse sozinho.”

Os novos talentos serão responsáveis por desenvolver ainda mais a vertente criativa e inovadora do estúdio.  “Chego à LADYBIRD num momento em que quero ampliar meu olhar e aprofundar as histórias que conto. Encontrar a produtora nesse momento, com uma trajetória madura e aberta a novas possibilidades, torna essa chegada ainda mais significativa. Me identifico com uma casa que valoriza diferentes perspectivas e vejo nessa troca a possibilidade de construir filmes com personalidade, sensibilidade e força narrativa. Espero somar minha experiência e minha inquietação criativa aos próximos capítulos dessa trajetória.”

“Nosso mercado é plural, tanto na criatividade quanto nas pessoas que o movimentam. Cada um na sua turma, com sua linguagem e sua maneira de criar. Desde que começamos a construir a SARÇA, a beleza, a liberdade criativa e o desejo de ser um ponto fora da curva sempre foram valores inegociáveis. Encontrar Gabi Brites e o time da LADYBIRD neste momento foi uma dessas boas conexões que o mercado proporciona. A Gabi tem um olhar excêntrico, uma maneira muito própria de pensar e fazer as coisas acontecerem, e isso nos interessa. Chegamos à LADYBIRD com a bagagem da SARÇA, entusiasmados com as trocas, as possibilidades de criação e tudo o que ainda podemos experimentar e aprender juntos”, destacam Rodrigo de Paula e Sarah Martins (SARÇA).

A A300, unidade de negócios da O2, sócia da LADYBIRD e participa dessa nova etapa de expansão da empresa. Essa lógica de colaboração também conversa com algo que acompanha a LADYBIRD desde sua origem. “A parceria com a LADYBIRD vem de um modelo de negócio inteligente, que preserva a autonomia da empresa e soma a força da A300 para ampliar mercados, gerar novas receitas e acelerar o crescimento. É uma estrutura pensada para transformar a potência criativa em resultado.” Karina Mendes, CFO da A300

Na LADYBIRD, pluralidade nunca foi pauta. Sempre foi presença, e isso contribui para a competitividade e originalidade das produções. “A LADYBIRD sempre chamou nossa atenção pela força da marca, pela identidade criativa e pela trajetória que construiu. Na A300, buscamos empresas e pessoas que compartilhem do nosso DNA, e a LADYBIRD reúne exatamente o que valorizamos: talento, criatividade e um posicionamento coerente com sua trajetória. Sua chegada fortalece nosso ecossistema e amplia nossas possibilidades de atuação.” Su Yan Mariotti, CPO da A300

Aos sete anos, a empresa entra nessa nova fase interessada justamente no que ainda não está pronto: encontros improváveis, linguagens diferentes e ideias que ainda não têm nome.Aos sete anos, a empresa entra nessa nova fase interessada justamente no que ainda não está pronto: encontros improváveis, linguagens diferentes e ideias que ainda não têm nome.

Artigos relacionados

Novidades