Por Celso Vergeiro, CEO da XR Extreme Reach Brasil
Se você ligou a televisão na sua sala de estar nos últimos meses, há uma enorme chance de que você não tenha utilizado uma antena digital ou TV a cabo tradicional. Você simplesmente navegou por um ecossistema conectado. A TV Conectada (CTV) não é mais uma promessa para o futuro do mercado publicitário brasileiro; ela é o presente consolidado, redefinindo a forma como marcas e consumidores interagem no espaço mais nobre da casa.
Mas afinal, de que “bicho” estamos falando?
A TV Conectada é, de forma simples, qualquer aparelho de televisão que entrega conteúdo de vídeo via internet. Ela se materializa diretamente nas Smart TVs (que hoje equipam a esmagadora maioria dos lares conectados no Brasil), em dispositivos de streaming acoplados (como Roku, Chromecast e Fire Stick), ou até através de consoles de videogame.
O grande motor do seu crescimento recente não é apenas o streaming pago, mas a explosão dos chamados canais FAST (emissoras gratuitas programadas via streaming e sustentadas por publicidade).
O IAB Brasil, inclusive, consolidou este momento sob o conceito de “Vídeo Total”: um cenário onde a publicidade navega livremente entre a agilidade do mobile e a imersão da tela grande.
Diante dessa fragmentação, surge a pergunta inevitável que ouço semanalmente de clientes e prospects: “Celso, o que muda na entrega do meu material publicitário para esse novo ecossistema?”
A resposta é curta e reconfortante: na atuação operacional e na qualidade da XR Extreme Reach Brasil, não muda absolutamente nada.
Para o anunciante e para a agência, o filme publicitário cinematográfico de 30 segundos que vai emocionar o espectador no intervalo da novela da TV Linear é exatamente o mesmo ativo criativo que será veiculado de forma segmentada no streaming da TV Conectada. O que muda é apenas o trecho
final da linha de transmissão — o destino técnico. A essência do que fazemos permanece intocada.
O “casamento” entre a TV Linear e a TV Conectada é de convergência, não de substituição. Eles dividem o mesmo espaço físico e a mesma atenção do consumidor. Por isso, a régua de exigência técnica não pode ser rebaixada. O ambiente digital da CTV exige os mesmos padrões rigorosos de Controle de Qualidade (CQ), áudio normalizado, segurança de marca (brand safety) e acessibilidade (como Closed Caption e Libras) que consagraram a televisão tradicional.
Não há espaço para amadorismo ou arquivos corrompidos na era do Vídeo Total. Se um comercial falha na transcodificação ou apresenta atraso no streaming, a imersão é quebrada e o investimento da marca é severamente comprometido.
Por trás da aparente complexidade de termos como CTV, canais FAST e programmatic de vídeo, o papel da XR continua sendo o mesmo de sempre: simplificar os bastidores para proteger o patrimônio criativo das marcas. Garantimos que sua campanha chegue a qualquer tela — linear ou conectada, em qualquer lugar do Brasil — com conformidade técnica absoluta e agilidade em nuvem 24/7.
A televisão mudou a forma de sintonizar, expandiu suas fronteiras e ganhou inteligência de dados. Mas o compromisso com a entrega perfeita e o respeito ao investimento criativo continuam sendo, e sempre serão, a nossa prioridade. O sinal mudou, mas o padrão XR permanece o mesmo.
Celso Vergeiro | CEO da XR Extreme Reach Brasil
