Campus Party Brasil volta com sua edição digital em julho de 2021

A Campus Party, maior experiência tecnológica do mundo, está de volta em uma versão digital planejada especificamente para atender os gostos e interesses do público brasileiro. O objetivo é promover no mundo virtual o mesmo sentimento de pertencimento e diversão que as comunidades de campuseiros espalhados por todo o país estão acostumados a ver e sentir nas edições presenciais.

O festival ocorrerá no período de 22 a 24 de julho e já tem as participações confirmadas de Maitê Lourenço (CEO e fundadora do BlackRocks Startups), Eva Lazarin (CEO e fundadora da Benkyou), Débora Garofalo (Coordenadora do Centro de Inovação da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo), Luís Justo (CEO do Rock in Rio), Ricardo Cappra (Chief Data Scientist do Cappra Lab), Caito Maia (Fundador da Chilli Beans), Dado Schneider (criador da marca Claro) e Paco Ragageles (fundador da Campus Party), entre vários outros nomes de peso em seu line-up. Para se inscrever e poder participar gratuitamente do evento, basta acessar o site http://digital.campus-party.org/brasil

Além das palestras, o evento digital também contará com os tradicionais hackatons e com um demo day voltado para a incubação de soluções na área de tecnologia. No quesito diversão, não faltarão atividades para manter o público engajado, tais como: Karaokês online, rádio hacker, quizzes, escape rooms e jogos de caça ao tesouro e viagem virtual.

Segundo Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem, que adquiriu a licença para realização do evento no Brasil esse ano, a expectativa é gerar uma real contribuição para acelerar a transformação digital do Brasil, nos seus mais diversos setores e segmentos. “Por meio da Campus Party, conseguimos provocar um maior engajamento dos jovens com temas abrangentes e que estimulam a evolução da sociedade e da cidadania”, afirma Gouvêa.

Com a promoção da BlackRocks, startup que incentiva empreendedores negros a acessarem o ecossistema de inovação, tecnologia, o demo day pretende instigar os participantes a encontrarem soluções rápidas e certeiras para problemáticas da área tech.

Na mesma esteira, as hackathons (famosas maratonas de tecnologia) também têm presença confirmada. A parceria com a Shawee, maior plataforma de hackathons da América Latina, vai trazer novos desafios e estimular soluções criativas para temas com foco em cidadania digital.

“A segunda edição da Campus Party Digital Edition, além do elemento metaverso, dá oportunidade de sermos cada vez mais multiplataformas para as comunidades de tecnologia e disrupção dentro de todo o ecossistema da Campus Party. Nosso DNA de inclusão continua pujante e intenso. Faremos isso através de minorias focadas em games e outras vertentes de desenvolvedores, empreendedorismo, ciência, dados, criatividade e muitos outros temas”, explica Tonico Novaes, CEO e sócio da Campus Party Brasil.

Recap da 1ª Campus Party Digital Edition   

A edição de 2020 da Campus Party Digital Edition reuniu 1.421,401 pessoas nos eventos online e contou com a participação de 2.613 palestrantes de 120 nacionalidades. O festival teve a adesão de 31 países e apoio de 385 parceiros entre instituições, empresas, mídias, universidades e comunidades.

Tendo começado com o intuito de angariar fundos para os trabalhadores da linha de frente de enfrentamento do novo coronavírus,  a edição fez história.

Se apropriando do fato de que um evento físico estava fora de cogitação, Paco Ragageles trouxe Tim Berners-Lee (criado da World Wide Web), Vint Cerf (conhecido como um dos “pais da Internet”) e Al Gore, ex vice-presidente americano que ajudou a criar legislações que permitiram o acesso amplo da Internet nos Estados Unidos) em um painel que nunca visto antes, onde as lendas vivas da Internet discutiram o futuro do mundo e o papel da tecnologia em moldar nosso futuro.

Além desse encontro, os palcos online da #CPDE também contaram com a presença de Edward Snowden, (exilado na Rússia após divulgar dados sensíveis da NSA para jornais americanos, acusando o governo americano de espionar em seus cidadãos de maneira ilegal) e que além de ter palestrado, abriu espaço para diversos jornalistas brasileiros fazerem perguntas.