terça-feira, fevereiro 10, 2026
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Vivo amplia o debate sobre hiperconexão 

A presença constante do celular no cotidiano transformou hábitos e a forma como as pessoas se relacionam com o tempo. E, em meio a notificações ininterruptas e múltiplos estímulos simultâneos, surge um fenômeno silencioso: a sensação de sufocamento e sobrecarga emocional provocada pela hiperconexão. Protagonista nesta conversa, a Vivo amplia o debate sobre o uso excessivo do celular e apresenta seu novo filme, “Afogados”.
A história se constrói a partir de uma metáfora visual impactante que mostra um personagem ao longo do dia sendo completamente absorvido pelo celular e que, sem perceber, se vê imerso por um hábito que o sufoca. Quando decide interromper o uso do aparelho, a água recua, devolvendo-lhe o fôlego, o controle e o contato com a realidade. A trilha sonora é uma versão de “jealousy, jealousy”, de Olivia Rodrigo, também utilizada pela Vivo no recém premiado filme “Relacionamento Tóxico” (PPA 2025 melhor filme) destacando a potência da letra que trata das consequências do uso excessivo das redes sociais.
“Este novo filme integra um conjunto de iniciativas que a marca vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos para estimular reflexões sobre o uso consciente do celular. A mensagem é clara: repensar a relação com o digital é um caminho para recuperar a presença e fortalecer a conexão com a vida real”, explica Sabrina Romero, diretora de Marca e Comunicação da Vivo.
O novo filme contou com a contribuição do psiquiatra Rodrigo Bressan, professor da Unifesp que se dedica ao tema da saúde mental – com foco especial em infância e adolescência. Ele dá continuidade à plataforma “Tem tempo pra tudo”, que reúne as iniciativas da Vivo para provocar a sociedade a refletir sobre a saúde mental em tempos de hiperexposição a telas.
Um estudo do portal Nomophobia.com, hub de conteúdo especializado no tema sobre vício em celular e seus impactos na vida cotidiana, indica uma relação intensa dos brasileiros com o device, com 79% dos entrevistados admitindo fazer o uso excessivo de dispositivos móveis. E, para 71% deles, não ter o telefone é como estar perdido. Já para 47% das pessoas ouvidas por uma pesquisa conduzida por V.Trends, hub de Consumer Insights da Vivo, afirmam que sairiam de casa sem a carteira, mas não sem o celular, principalmente por dependência emocional do aparelho.
A campanha, criada pela Africa Creative, exigiu uma estrutura de produção inédita e altamente complexa, com engenharia cenográfica e controle do nível da água em tempo real, garantindo precisão, agilidade e segurança em cada cena. Esse rigor técnico foi fundamental para traduzir, de forma responsável e sensorial, a força da mensagem da Vivo sobre impactos que atravessam o dia a dia das pessoas.
“Partimos de um incômodo real: a forma como nossa relação com as telas tem se tornado excessiva e, muitas vezes, invisível no dia a dia. A ideia criativa nasceu do desejo de tornar esse impacto tangível, sem colocar a tecnologia como antagonista, mas provocando um reset de comportamento. É um projeto que materializa o papel da Vivo como agente ativa na promoção de uma relação mais equilibrada com a tecnologia, convidando a sociedade a refletir e a fazer escolhas mais conscientes no seu tempo de conexão.”, afirma Heloisa Pupim, co-COO da agência Africa Creative.
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