Em contagem regressiva para o Rock in Rio, Itaú mostra como a música aproxima as diferenças

Em um mundo no qual as pessoas muitas vezes se mantêm dentro de suas bolhas, o Itaú Unibanco convida a todos a pregar a tolerância, o diálogo e buscar as diferenças por meio do filme “Notas”, um dos destaques da campanha do banco para o Rock in Rio 2019. Patrocinador máster do festival, o banco usa uma canção para compor a peça, que se apoia no poder da música como forma de transformação e na crença de que estar aberto para o que é diverso pode gerar surpresas positivas e enriquecer relações.

Para embalar e espalhar essa busca pelas diferenças, uma trilha sonora muito especial: “Somebody To Love”, da banda britânica Queen. Eternizada na voz de Freddie Mercury, a canção ganhou uma versão especial para o Itaú. A peça é a materialização do conceito “Quem busca as diferenças se encontra” – que guia todas as ações do banco no Rock in Rio

Criado pela agência Africa, o filme mostra pessoas de várias idades, origens e estilos – que talvez nunca se relacionariam – se abrindo para o novo e se surpreendendo com esses encontros. A música entra como uma ferramenta que impulsiona as conexões humanas a acontecerem, contagiando os demais a também se abrirem para as diferenças e experimentarem algo diferente.

“Acreditamos que a música tem o poder de aproximar as pessoas. Na campanha deste ano, queremos fazer um convite para que as pessoas busquem as diferenças umas nas outras, celebrando o efeito transformador destes encontros. Em um momento tão polarizado, acreditamos que essa mensagem tem muito poder. Quando as pessoas se abrem para o diálogo, rompem suas bolhas e buscam o diferente, a música acontece”, explica Eduardo Tracanella, diretor de Marketing do Itaú Unibanco.

Gravado em São Paulo e Santos, com a produtora Iconoclast e direção de Ian Rushel, o filme transmite a mensagem de que a música pode ser uma ferramenta muito eficaz para transformar a vida das pessoas, ao fazer com que elas estejam abertas para o diferente, independente da origem, gênero, idade, religião e opiniões.

Para Sophie Schonburg, ECD da agência Africa, o conceito do filme reflete sobre o contexto atual das relações humanas. “Estamos vivendo um momento paradoxal: por mais que as pessoas estejam cada vez mais fechadas em suas convicções, existe nelas também uma urgência para saírem de suas bolhas. Elas não aguentam mais o isolamento que se auto impuseram. A música pode ser a ferramenta que estávamos todos precisando para nos reencontrarmos.”

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