Comemorando 11 anos de mercado, Sono Quality se consolida líder em colchões tecnológicos

Ricardo Eloi - CEO da Sono Quality - Foto: Thiago Duran

O jornal The New York Times publicou recentemente um artigo da jornalista Penélope Green intitulado “Sleep Is the New Status Symbol”. Em português, Dormir é o novo símbolo de status.  E não é para menos, o mercado mundial de colchões evoluiu muito desde a sua adaptação na era contemporânea, em 1880 com Daniel Haynes, nos Estados Unidos.

No Brasil não foi diferente, em 2008 quando ainda trabalhava como vendedor de colchões terapêuticos, Ricardo Eloi, criou a Sono Quality. Naquele ano o Brasil estava cheio de expectativas com o novo governo, a qualidade de vida estava em alta e a classe média (C), se apoderava cada vez mais e o interesse nas questões relacionadas a autoestima e ao bem-estar pessoal aumentavam. “Sempre digo que não criei o produto, revolucionei a forma de vender colchão em programas de rádio e TV”, afirma Ricardo ao explicar que as empresas de colchões no Brasil eram comedidas, não agressivas e trabalhavam com o marketing multinível. Meu diferencial foi perceber que o colchão era um produto com grande apelo comercial e abrangência de mercado, até então nunca divulgado em programas de rádio e televisão. A partir desta medotodogia de comercializar colchões, até então nunca explorada, nasceu a Sono Quality.

O modelo de gestão aplicado na empresa é extremamente democrático, aberto, com acessibilidade para que todos tenham voz para darem suas opiniões. Dessa forma, evolui-se através da discussão do debate sobre os diversos assuntos. Particularmente, Ricardo Eloi acredita muito nesse estilo de gestão e para ele o sistema “ditatório” acabou faz tempo. O que ele pretende deixar como gestão é um modelo de negócio onde a felicidade dá dinheiro.

O mercado de colchões convencionais existe há décadas e sempre naquele mesmo formato: colchões de mola e espuma. “Quando você quer conceituar, precisa mostrar a cara para o mercado, ou seja, apresentar o produto. Quando falamos de um colchão que tem vinte e um tipos de massagens, oito terapias, com densidade única e que faz a leitura do seu corpo, esse produto precisa ser apresentado a altura”. explica.

Para se ter uma ideia, em 2008 quando Ricardo começou a trabalhar com colchão, apenas 2% da população do Brasil conhecia o ‘colchão terapêutico’. Hoje, esse cenário mudou. Mais de 12% dos brasileiros já ouviram falar sobre o produto. Então, o papel da Sono Quality é conceituar, ou seja, fazer com que o consumidor tenha a informação de que existe um colchão capaz de mudar a vida dele durante a noite de sono.

Se dormir era o novo sexo – como proclamado há dez anos por Marian Salzman, executiva da Havas PR North America – hoje é uma medida de sucesso, uma habilidade que deve ser cultivada e nutrida. “Dormir é a coisa mais eficaz que você pode fazer para reconfigurar seu cérebro e seu corpo”, disse Salzman. “Existe um ditado na medicina que diz: o que pode ser medido, pode ser gerenciado”, conclui.