A Tátil Design, consultoria especializada em branding e design, foi escolhida para liderar o rebranding do Ibiti Projeto, um dos mais relevantes ecossistemas socioambientais do Brasil. Localizado em Minas Gerais, entre a Serra da Mantiqueira e o município de Lima Duarte (MG), o Ibiti abriga mais de 6 mil hectares dedicados à regeneração ambiental, inovação social e turismo regenerativo.
Fundado em 1982, com a aquisição da Fazenda do Engenho, o Ibiti nasceu como um experimento vivo de integração entre seres humanos, fauna, flora e território. Quatro décadas depois, consolida-se como uma plataforma de conhecimento, cultura e regeneração, mantendo um processo contínuo de rewilding — a restauração do ecossistema para que retome seu equilíbrio natural. O trabalho envolve recuperação da flora nativa, reintrodução de espécies e iniciativas que fortalecem a economia local, preservando saberes e comunidades que habitam o território.
A chegada da Tátil Design marca um novo alinhamento entre propósito, visão e futuro. Guiada pela biomimética — ciência que observa a inteligência da natureza para inspirar soluções — e pelo olhar estratégico do design, a consultoria reconhece no Ibiti mais do que um território: enxerga um destino vivo, em permanente transformação.
Ibiti Projeto
“A parceria com o Ibiti é muito especial porque é um território onde natureza e humanidade regeneram-se mutuamente. É um espaço com vocação para atrair pessoas que desejam pensar futuros, trocar saberes e criar conhecimento com propósito. Estamos inspirados por essa abundância e certos de que o resultado será algo genuinamente original, inédito e vivo”, diz Fred Gelli, CEO da Tátil Design.
O rebranding nasce do encontro entre saberes humanos, conhecimento sobre suas origens e ancestralidades, e inteligência natural — princípios que moldam o Ibiti e também definem a trajetória da Tátil Design. O objetivo é traduzir a essência desse ecossistema em uma expressão de marca que reflita tudo o que ele representa: lugar, conceito, visão de mundo e convite coletivo à regeneração.
“Regeneração, interdependência, inovação e cuidado nortearão o processo, que será cocriado com as comunidades locais e com o próprio território. O novo posicionamento respeitará seus fluxos, sua biodiversidade e sua dimensão simbiótica entre natureza, cultura e vida”, diz Renato Machado, fundador do Ibiti.
