DOJO faz balanço dos primeiros meses de atuação e anuncia nova conta

A DOJO foi fundada em janeiro de 2019, com o objetivo de ser uma aliada de empresas e pessoas em uma era conectada. A agência nasceu com clientes como Johnson & Johnson, A&E Ole Networks e Turner e já no primeiro mês do ano conquistou a conta de Taco Bell. Agora com 4 meses de atuação, a DOJO acrescenta mais uma marca ao seu portifólio: ASICS.

“Nem nos nossos devaneios mais loucos sonhávamos em estar nesse lugar em apenas 4 meses. Temos sido considerados por marcas de grande importância no cenário nacional e isso é motivo de orgulho, mas também de muita responsabilidade. Isso tudo tem nos impulsionado a uma excelência de entrega que nos motiva a sermos melhores todos os dias”, explica Rodrigo Toledo, COO da agência.

Em um dos primeiros trabalhos da DOJO, uma campanha criada para a os medidores de glicemia de OneTouch da Johnson&Johnson para disseminar seu aplicativo de monitoramento do diabetes OneTouch Reveal.

“Nossa estratégia para esta campanha de performance baseou-se totalmente em dados. O objetivo era converter o maior número possível de consumidores impactados pela comunicação, e em 6 dias atingimos 75% das metas de instalações totais estipuladas investindo apenas 24% da verba da campanha. Ao final de um mês, a meta foi superada em mais de 200%”, conta Renata Valio.

A última grande novidade da agência aconteceu no início do mês, quando a ASICS, tradicional marca japonesa, líder em vendas de calçados nos segmentos de corrida, vôlei e tênis, escolheu por meio de uma concorrência a DOJO como sua nova parceira de comunicação para as marcas ASICS, ASICS Tiger e Onitsuka Tiger.

Na segunda-feira, 13 de maio, a campanha de lançamento do novo uniforme de vôlei da Seleção Brasileira marcou o início da parceria com apresentação do vestuário para o período pré-olímpico ao vivo pelo Facebook.

A DOJO desenvolveu o conceito “O vôlei tá em casa” para o lançamento. “Dizer que o vôlei está em casa, quer dizer que está na ASICS e enaltece o esporte no país, já que tem pouca valorização financeira, mas tanto engajamento quanto o futebol”, explica Rodrigo Toledo.