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Evil Twin Music reestrutura expansão internacional 

Produtora de áudio completa nove anos, anuncia mudanças na composição societária e dá início a uma nova fase que reforça seu posicionamento criativo  

A Evil Twin Music dá início a um novo capítulo em sua trajetória. Reconhecida como uma das produtoras de áudio mais premiadas do mercado, com Grand Prix em Cannes, dois Grand Clios e dezenas de premiações nacionais e internacionais, e projetos assinados para marcas como OpenAI, Nike, Budweiser, META, Google, Spotify, Samsung, Honda, e Itaú,  a produtora de som anuncia uma série de mudanças.

Prestes a completar nove anos de existência, a empresa apresenta reestruturação em seu quadro societário, o lançamento de uma nova identidade visual e planos para expansão internacional com a abertura, nos próximos meses, de uma nova operação nos Estados Unidos. A partir de agora, André Faria e Juliana Tangary, sócios fundadores, passam a liderar a empresa ao lado de Peter Sauce, diretor de criação, e Rafael Vieira, head de finalização e IA, que respondem como diretores associados.

Para marcar esse novo momento, a Evil Twin apresenta uma nova identidade visual criada pelos designers brasileiros Cacá Barabas e Gabriel Grossi (atualmente baseados em Los Angeles atuando na TBWA/Media Arts Lab). O projeto já nasce com reconhecimento internacional ao figurar entre os finalistas do Latin America Design (LAD), uma das principais premiações de design da região.

A ideia é reforçar atributos como personalidade, atitude, originalidade e consistência criativa. “Essa identidade reflete nossa cultura. Fator humano, criatividade, atualidade, equipe. Nossas pessoas são as verdadeiras guardiãs dessa cultura e compartilham a mesma obsessão por criar algo original, interessante e bem acabado, em contraponto à padronização que vemos surgir em muitos processos criativos”, conta Juliana Tangary.

A nova identidade visual nasce inspirada no universo musical que sempre esteve presente no DNA da empresa. O movimento acompanha a evolução da produtora, que vem ampliando sua atuação para um modelo que ultrapassa o papel tradicional das produtoras de áudio e se aproxima cada vez mais ao de uma agência criativa de música que participa de todas as etapas dos processos criativos das campanhas. “Nada conecta e engaja tanto o público quanto a música certa, pensada e criada como música e não como trilha. É sobre transcender o som e tornar a música e consequentemente o filme e a marca em imagem, estilo e atitude”, detalha Faria.

Esse abordagem está presente em trabalhos recentes como “Um Passarinho Me Contou”, da Nike com João Gomes, o premiado case “Branch Museum”, vencedor de lápis no D&AD e One Show, a campanha da colaboração entre Budweiser e Mizuno durante a Copa do Mundo 2026, e a campanha de OpenAI para o ChatGPT no Brasil. “A música talvez seja um dos principais geradores de valor de produção de uma ideia. Ela não entra apenas para finalizar um filme, ela ajuda a construir significado, emoção e relevância cultural”, diz Faria.

Com alta demanda de produção para projetos internacionais, a produtora viu a necessidade de se estabelecer nos Estados Unidos com objetivo de ter um atendimento mais próximo aos executivos de agências e marcas, e entregas mais ágeis. Com trabalhos já assinados para clientes como Nike, Samsung, Motorolla, NotCo, Coca-Cola e Budweiser, a Evil Twin Music planeja a abertura do novo escritório em Nova York nos próximos meses.

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