Com modelo único, nova operação será liderada pelos sócios Marcia Esteves, Andreia Abud, Elise Passamani, Raquel Messias e Rodrigo Tórtima
Baseada e testada em um cenário de transformações nas dinâmicas da indústria publicitária, entra em operação oficial nesta semana a Felina. Com a liderança dos sócios Marcia Esteves, Rodrigo Tórtima, Elise Passamani, Raquel Messias e Andreia Abud, o modelo nasce para oferecer ao mercado de comunicação um novo formato de atuação, que adota conceito inédito de Lights Off Creative Company – inspirado na indústria 4.0 e nas estruturas que, a partir do produto central, conseguem otimizar sua operação sem a necessidade humana para tarefas básicas e repetitivas.
Na prática, a Felina traz profissionais sêniores – entre eles alguns dos mais experientes, premiados e reconhecidos da indústria – para liderar aquilo que o talento, a capacidade e o olhar humano fazem de melhor, especialmente nas frentes criativas e de estratégia de negócios. Em paralelo, a tecnologia e a inteligência artificial entram como infraestrutura, garantindo qualidade, agilidade e ganho operacional em todos os processos da empresa e etapas de desenvolvimento dos projetos.
“Os clientes vêm sonhando com um novo formato operacional há muito tempo, mesmo sem saber exatamente como ele deve ser. Depois de muito pensar sobre isso, juntando talentos que estão há mais de duas décadas ajudando a resolver os desafios de marca e comunicação das maiores empresas do Brasil e do mundo, chegamos ao modelo da Felina: desenvolvemos um sistema proprietário com as melhores soluções tecnológicas de execução, para otimizar qualquer processo necessário. Isso garante que nós, humanos, tenhamos tempo e espaço para nos dedicarmos ao que fazemos de melhor, que é construir marcas, criar campanhas que movem negócios e resolver problemas que nenhuma máquina consegue sozinha”, destaca Marcia Esteves, CEO da Felina.
Além de Marcia no comando executivo e de negócios, a operação traz lideranças de grande experiência em cada uma das disciplinas fundamentais da indústria, como criação, com o CCO (Chief Creative Officer) Rodrigo Tórtima; operações, com a COO (Chief Operating Officer) Elise Passamani; estratégia, com a CSO (Chief Strategy Officer) Raquel Messias; e mídia, com a CDMO (Chief Data & Media Officer) Andreia Abud. Também integra o time de C-Levels Joaquim Fantin, uma das principais referências brasileiras em desenvolvimento tecnológico, como CTO (Chief Technology Officer).
IA escala, humano decide
Como base de sustentação do modelo da Felina, a empresa apresenta sua plataforma de tecnologia proprietária. Desenvolvida de forma 100% personalizada para a operação, com base nas demandas e necessidades específicas da publicidade e das marcas, ela oferece em um único lugar, de forma fechada e segura, todo o ecossistema necessário para cada uma das áreas – da reunião e análise de dados à geração de insights, desdobramento criativo e produção em escala. Nela, cada cliente e projeto ganham um espaço único, alimentado com todos os assets proprietários e enriquecidos com pesquisas e informações gerais de mercado, em uma dinâmica que garante maior eficácia em cada etapa – sempre baseadas, acompanhadas e aprovadas pelo olhar humano de profissionais sêniores.
“Não somos uma empresa de tecnologia que faz comunicação. A IA, para nós, é a infraestrutura que permite uma inversão deliberada da lógica das agências tradicionais. Em vez de grandes estruturas, onde talentos sêniores gastam energia gerenciando a operação, a Felina automatiza o operacional para que toda a senioridade esteja voltada ao que gera valor: construir marcas, criar campanhas que movem negócios e resolver problemas de negócio que nenhuma máquina resolve sozinha”, reforça Elise Passamani.
Atendido em fase beta, a Felina traz como cliente inaugural o Edifício Copan. Por meio de seu processo personalizado, a empresa desenvolveu o novo posicionamento e identidade visual do ícone da arquitetura paulistana, projetado por Oscar Niemeyer. O resultado do projeto será apresentado já nas próximas semanas.
