terça-feira, fevereiro 24, 2026
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Propeg e Instituto Alana – a saúde da mulher e da asolescente

A Propeg anuncia a chegada do Instituto Alana ao seu portfólio de clientes. A agência passa a ser responsável pela comunicação da organização, com foco estratégico e criativo.
Fundado em 1994, no Jardim Pantanal, e comandado por Ana Lucia Vilela e Marcos Nisti, o Instituto Alana  é um ecossistema de impacto socioambiental que trabalha para transformar as condições de vida das crianças e dos adolescentes no Brasil e no mundo. Atua em múltiplas frentes — educação, ciência, entretenimento e advocacy — para garantir os direitos das crianças e influenciar políticas públicas e culturais que afetam suas vidas no presente e no futuro.
Formado pelo Instituto Alana, pela Alana Foundation e pela Maria Farinha Filmes, o ecossistema desenvolve iniciativas que vão da produção de conhecimento científico à criação de campanhas e conteúdos culturais, passando por articulação política e ações na justiça. Todas as suas organizações atuam de forma interligada e convergente, com foco na construção de uma sociedade mais justa, sustentável e inclusiva para as infâncias e as adolescências.
Segundo Fernand Alphen, da Propeg, a parceria reflete a convergência entre a estratégia de comunicação da agência e a agenda do Instituto.
“Acompanhamos e torcemos pelas iniciativas do Alana há muitos anos. Instituições com essa visão do mundo, energia e positividade invertem a lógica do mau-humor polarizado trazendo um sopro de esperança”, afirma.
Em 2026, a comunicação desenvolvida pela Propeg terá como eixo central os projetos do Instituto Alana voltados à saúde da mulher e da adolescente, tema prioritário na atuação da organização.
Para o Instituto Alana, a parceria representa um avanço na forma de comunicar temas complexos.
“No mundo, investe-se mais em pesquisas sobre a calvície do que sobre a saúde da mulher. Apenas a Endometriose, doença crônica e debilitante, atinge, em média, 8 a 10 milhões de brasileiras. Acreditamos muito nessa parceria para nos ajudar a conscientizar e influenciar a sociedade a olhar para a saúde da mulher e da adolescente com a sensibilidade que a causa merece ”, destaca Sofia Reinach, do Instituto Alana.
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