A redução de postagens entre a geração Z e a alpha começa a redesenhar a lógica das redes sociais e do mercado de influência. Em um cenário marcado por regulações mais rígidas, maior consciência sobre saúde mental e desgaste da hiperexposição, crescem o uso seletivo das plataformas e os perfis privados.
O movimento tem impacto direto em como a relevância é atribuída no ambiente digital. A tendência não indica o abandono das redes sociais, mas uma mudança na forma de ocupar esses espaços, pressionando marcas, agências e big techs a reverem métricas baseadas em volume, frequência e alcance visível.
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