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Por que o cargo é um inquilino e a reputação é o proprietário

Deixa eu te contar uma coisa…

No atual ecossistema da economia dos intangíveis, onde o valor de mercado de uma organização muitas vezes reside mais em seu Goodwill do que em seus ativos físicos, surge uma pergunta contundente e incômoda para aqueles que ocupam as cadeiras de decisão: Quanto a sua presença e a imagem que ela projeta estão custando ou lucrando para a marca corporativa?

Estou falando de ROI da Autoridade, de como a governança de reputação acelera conquistas para o C-level e para as organizações. Talvez você ainda não tenha parado para se questionar sobre isso. Ao longo da minha trajetória como especialista em blindagem estratégica de reputação por meio da minha metodologia, fundamentada em rigor acadêmico internacional, ficou claro que a maioria dos CEOs e executivos(as) de alto escalão operam sob uma perigosa ilusão. Eles acreditam que a competência técnica e os resultados trimestrais são escudos suficientes, mas não percebem que no “andar de cima”, o jogo não é apenas sobre o que você entrega, mas sobre o Brand Equity que você emana.

O conteúdo que trago hoje é um convite para sairmos do marketing pessoal cosmético e entrarmos na “Engenharia de Percepção”. Vou falar sobre como o ecossistema TREE (The Reputation Equity Ecosystem) transforma a sua biografia em um ativo financeiro imbatível.

O mercado corporativo é implacável com quem é silencioso, inclusive isso foi um dos temas que conversamos no podcast Carreia no Toppo do meu amigo Genésio Couto Lemos. Mas voltando ao foco, no nível da diretoria e dos conselhos, o silêncio estratégico não é lido como prudência, mas como ausência de visão. Existe uma diferença gigante entre um executivo que ocupa um cargo e uma autoridade que domina um território.

Como disse no título deste artigo, o cargo é um empréstimo. É uma posição volátil, sujeita a fusões, aquisições e mudanças de ventos políticos, já a reputação, essa quando construída sob o lastro da ciência e da inteligência discursiva é um patrimônio inalienável.

Quando um CEO ou C-level não gere sua imagem, ele permite que o mercado crie uma narrativa por conta própria e aí ele(a) pagará o custo da invisibilidade estratégica. Isso gera a chamada Dissonância de Imagem. Por exemplo, se o conselho o(a) vê como um “executor(a) brilhante”, mas não como um(a) “visionário(a) soberano(a) “, sua escalada para o próximo nível de governança está travada. A minha assessoria atua exatamente na eliminação desse gap, garantindo que sua autoridade preceda sua fala.

Não me baseio em “dicas de networking”, mas em neurociência aplicada, inteligência emocional e estratégia de branding pessoal. O sucesso de um profissional de elite e, por extensão, da empresa que ele lidera, depende de três pilares fundamentais que compõem o método TREE.

I. Personal Brand Audit: O Diagnóstico de Dissonância Cognitiva

Tudo o que não é medido não pode ser gerido. No Personal Brand Audit, realizamos um Deep Dive técnico, onde cruzamos a sua autopercepção com a auditoria fria dos dados digitais.

Muitos líderes sofrem de um ponto cego, eles acreditam que transmitem confiança, mas seus sinais projetam insegurança ou, pior, arrogância. O Audit é o “raio-x” necessário para identificar onde sua autoridade está vazando, é o fim do amadorismo; é o início da gestão baseada em evidências.

II. Reputation Scanner: A Inteligência da Autoridade Instintiva

Uma vez identificado o diagnóstico, entramos na fase do Scanner. Aqui, calibramos seus sinais cognitivos, emocionais e relacionais.

O objetivo é que sua soberania seja lida de forma instintiva por quem decide. O cérebro humano consegue tomar decisões em frações de segundo, usando principalmente regras rápidas que acreditam na autoridade de alguém ou de algo. Se o seu discurso e sua postura não disparam os gatilhos corretos de confiança e senioridade, o mercado simplesmente ignora a sua mensagem. Com o Scanner, criamos um Business Case da sua identidade executiva, eliminando ruídos e fortalecendo a sua narrativa de poder.

III. Equity Builder: A Blindagem e a Soberania

Este é o estágio final: a transformação da trajetória em Equity. Aqui, definimos, por meio de um processo de autoconhecimento, a sua Trueline, a tese de autoridade única que o diferencia de qualquer outro executivo no mercado, juntamente comum posicionamento que traz para o jogo seus valores, habilidades, diferenciais e imagem percebida.

No Equity Builder, não estamos apenas preparando você para o próximo emprego; estamos preparando você para ser uma instituição. Uma marca pessoal com Equity é antifrágil. Ela se beneficia da volatilidade. Quando o executivo atinge esse nível, os objetivos da empresa e os seus objetivos pessoais fundem-se em uma narrativa de conquista contínua.

Apesar de ter feito um “merchan estratégico”, na verdade quis trazer a explicação por trás do processo para mostra agora o quando a reputação do líder alavanca o Ebitda, ou seja, impacto na organização.

Para as empresas, investir na reputação de seus líderes não deve ser vista como um gasto, com “mimos” executivos, defendo que é uma decisão estratégica de negócios.

Um CEO/C-Level com uma marca pessoal forte e soberana:

· Reduz o custo de capital: Investidores confiam em pessoas, não apenas em planilhas, afinal uma liderança com alta autoridade transmite estabilidade.

· Atrai talentos de elite: Profissionais de alta performance querem ser liderados por instituições, não por chefes comuns.

· Facilita M&As e negociações complexas: A reputação do líder atua como um “lubrificante social” em transações onde a confiança é a moeda principal.

Portanto, o sucesso da empresa está diretamente ligado à qualidade da governança de reputação de sua liderança.

Então deixo 2 perguntas para você:

Qual será o seu legado?

Estamos vivendo um momento de transição no capitalismo de stakeholders. A transparência é mandatória e a percepção é instantânea. Deixar a sua imagem ao acaso é o maior risco de governança que um executivo pode correr em 2026.

Se a sua cadeira fosse retirada hoje, o que restaria da sua voz no mercado amanhã?

Se a resposta gerar qualquer sombra de dúvida, você não possui uma estratégia de reputação, você possui apenas uma posição temporária.

A minha assessoria não é para todos. É para aqueles que entenderam que a liderança soberana exige o rigor da ciência, a precisão dos dados e a coragem de ser uma autoridade inquestionável. É hora de blindar sua carreira e acelerar suas conquistas.

Vamos transformar sua competência em soberania, porque o mercado está ouvindo!

E aí o que você tem a dizer?

Paulo Moreti Blindagem estratégica de reputação para executivos Personal Branding Specialist

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